Wednesday, September 07, 2005

Nunca parece grave. Incompetentes!


Criança de quatro anos encontrada morta no Barreiro


2005/09/07 08:38

Desconhecendo-se ainda se se tratou de um acidente ou de um crime. Menino terá caído numa zona de obras

Uma criança de quatro anos foi encontrada morta na passada segunda-feira na zona ribeirinha da Recosta, no Barreiro, desconhecendo-se ainda se se tratou de um acidente ou de um crime, noticia quarta-feira o Jornal de Notícias.

De acordo com a publicação, a criança terá caído numa zona de obras, mas só o resultado da autópsia, que se realiza hoje, é que poderá esclarecer as dúvidas.

Tudo porque o corpo da criança foi encontrado a mais de 200 metros do local onde desapareceu quando brincava com o irmão, de 11 anos.

Alguns moradores da zona defendem que aquela região devia estar vedada porque está a ser alvo de uma intervenção do programa Polis.

Contudo, o presidente da Câmara do Barreiro, Emídio Xavier, garantiu ao jornal que "as normas de segurança estão a ser cumpridas" naquele espaço.

"Não faz sentido qualquer tipo de vedação naquele espaço pelo facto de a intervenção estar já concluída", acrescentou o autarca.

Emídio Xavier revelou ainda que os dois irmãos estavam sinalizados pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) e estaria prevista uma reunião entre os pais e técnicos na próxima semana.



que bem abaixo estamos de outros símios!!!



A presidente da CPCJ do Barreiro, Lurdes Espada, confirma a existência da reunião e salientou que a situação dos dois irmãos "não pareceu ser grave, à partida".

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Quem paga a estas responsáveis? NÓS!


Monday, September 05, 2005

Bush daria ajuda física na catástrofe em New Orleans

(White House photo)

se não fossem negros, não é? mas são.

Thursday, August 04, 2005

O que não foi com cravos

red cactus - fireflyforest.com


vai com cactos. Têm a mesma cor e os senhores do poder, poupam um pouco na esfoliação.

não ouvem, não falam, não vêem mas SUGAM-NOS VIVOS!



No céu cinzento
Sob o astro mudo
Batendo as asas
Pela noite calada
Vem em bandos
Com pés veludo
Chupar o sangue
Fresco da manada

Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas à chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada

A toda a parte
Chegam os vampiros
Poisam nos prédios
Poisam nas calçadas
Trazem no ventre
Despojos antigos
Mas nada os prende
Às vidas acabadas

São os mordomos
Do universo todo
Senhores à força
Mandadores sem lei
Enchem as tulhas
Bebem vinho novo
Dançam a ronda
No pinhal do rei

Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada

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excerto
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Zeca Afonso

Desculpem o incómodo

estamos em revolução interna.

São aconselhados os passantes sensíveis a frequentarem os comentadores políticos que dizem o que lhes pagam para dizer.

Aqui não temos nem teremos disso, nem queremos agradar a ninguém.

Obrigada.